quarta-feira, julho 18, 2012

Sociedade doente, tem cura?

O pior é que faço parte desta doença, todos fazemos.
Ferimos sem medir o tamanho da cicatriz que irá ficar. 
Nos apegamos a coisas tão banais e no final tudo vira lixo.
Um grande mar de recicláveis, deviam reciclar as pessoas e suas mentes.
É, deveriam.
Anos de renovação virão e sou convicta ao escrever que precisamos evoluir, constantemente.
Tem muita inteligência navegando sem direção. Sem um cais certo, sem farol a iluminar suas idéias. E é neste instante que elas se perdem.
E não precisamos de idéias perdidas, queremos construir.
Destruir.
Destruir todos os muros que nos cercam. Tudo aquilo que não se compreende, mas se vê.
Destruir tabus e esmagar teorias.
Afinal para que nascemos?
Eu quero criar confusão, dentro de você e de mim.
Quero questionar e não aceitar.
Tento fazer minha parte, minha arte.
Geração atrofiada, confiada.
Vocês não percebem?
Suas mãos podem mover o mundo e segurar felicidade.
Estou segurando a minha. Firme.
E você já parou para pensar o que fazer?
Escrevo, pare. 
                                
                                                                           Thaís Sevegnani.


                            

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